ÁGATHA, UMA ESCRITORA Ágatha tem apenas nove anos de idade, está cursando a terceira série em uma escola publica na periferia de Belo Horizonte. Ela é boa aluna e disciplinada, gosta de internet, de ouvir músicas e tem muitas amiguinhas, mas tem uma brincadeira que leva muito a serio, ela é escritora. Já escreveu cerca de 10 livrinhos, estão todos em cadernos. São pequenas histórias criadas pela sua rica imaginação infantil. A garota não só cria os personagens, faz ilustrações singelas. Eu espero ver em um futuro próximo os livros da Ágatha nas prateleiras das livrarias, nas bibliotecas das escolas, nas cabeceiras de muitos leitores. Conheça um pouco da Ágatha, nesta pequena entrevista: Blog Af: Qual foi o primeiro livro que você escreveu? Ágatha: O primeiro livro foi um que a minha prima levou para a faculdade, o segundo foi O MUNDO. Blog Af: Como surgem os seus personagens? Ágatha: Eles surgem da minha imaginação. Blog Af: Você os imagina baseados em pess...
A árvore da Dona Dainha A centenária fazenda tinha um espaço onde a família da Dona Dainha se reunia em quase todas as ocasiões. Era debaixo de uma árvore enorme que havia no quintal. Sob a grande copa verde eram comemorados os natais, as festas juninas, os aniversários e todas as outras reuniões dessa tradicional família mineira. De geração a geração, era lá que as crianças se reuniam para as brincadeiras de toda tarde. Por isso, a árvore virou uma referência para a memória de todos os que viveram na fazenda. Contudo, a hidroelétrica de Furnas desapropriou as fazendas da região e alagou tudo. A árvore ficou submersa. Para gerar energia, a empresa pagou uma miséria pela fazenda e não pagou nada pelas histórias, nem pelas memórias dos habitantes que tinham naquele lugar raízes tão profundas quanto as da árvore. 30 anos se passaram e a árvore virou personagem dos “causos” nostálgicos daquela gente. O Sr. Luiz Mendes é religioso, correto, ético e, apesar de ser um homem ri...
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